Olá meus amigos bloggers como estão a ver, não escrevo aqui nada vai já algum tempo, não por não ter motivos para escrever, mas sim por não ter tido muito tempo e disposição para tal. Vou então por uma coisa que escrevi vai algum tempo e não o postei.
11-Jan-2010
Ultimamente não aconteceu nada de especial, o Natal passou com algumas prendinhas o Ano Novo também já entrou e já corre a todo o gás e agora estou prestes a entrar em época de exames. Ainda assim arranjei um tempinho para me dedicar ao meu humilde e, vá lá, tonto blog.
Neste momento estou no café de um hipermercado, algures no ribatejo, a ver se passa o tempo. Vim fazer a minha "boa acção" do mês trazendo o carro da minha mãe à revisão e algo me diz que vai ser uma longa manhã...
Para passar o tempo trouxe o meu caderninho para escrever um pouco, o meu mp3 e a minha psp, sim eu devo estar a parecer um miúdo que não sai de casa sem os seus brinquedos, lol, também podia ter trazido coisas para estudar, mas não trouxe.
Como vos disse vim com o carro da minha mãe à revisão e falando em carros, tenho de vos dizer que adoro conduzir, é uma actividade que me dá imenso prazer, não é a que me dá mais, mas pronto, lolol!
Conduzir é algo que não me faz pensar em mais nada a não ser em velocidade e maneiras rápidas de contornar obstáculos. Sempre tive um sonho de entrar para o mundo do automobilismo, formula 1, wrc (world rally championship), todo o terreno, etc. Já pratiquei karting, mas como a crise toca a todos, há duas épocas que não há patrocínios e assim não dá...
Adoro a adrenalina que existe numa grelha de partida, todo aquele barulho mecânico dos motores e aquele momento de "climax" mecânico quando as luzes vermelhas se apagam e os motores são levados ao rubro e nós sentimos os nossos corpos colados aos assentos. Apesar disto se passar quase que em menos de dois, três segundos, vivia aquele momento sempre como se tivesse em câmara lenta, sentido cada vibração do motor nas minhas costas quando pisava o acelerador, sentindo as forças G (não, isto não é um caça supersónico, hehehe!) que me projectam contra o assento, sentindo a força que era necessária para me agarrar ao volante...
Depois do arranque tinha outro tipo de prazer, que era o de fazer as trajectórias limpas e correctas, entrar numa curva com a velocidade certa, seguir a trajectória correcta na curva e sair em aceleração, tudo isto demorando o menos tempo possível. O estar atrás de um adversário uma, duas voltas estudando os erros que ele cometia para que o consigamos ultrapassar quando ele cometa novamente o mesmo erro, também me motivava.
Nunca ansiava pelo fim de uma prova porque isso indicava que não iria conduzir mais, pelo menos naquele momento, o que queria era que aquele momento se prolongasse durante mais e mais tempo, enfim, acho que tão rápido não terei oportunidade para competir.
Isso é um bocadito mau porque, de vez enquando, excedo-me a conduzir na via publica e vocês sabem as consequências disso... mas ainda nunca tive problemas com as autoridades, pode ser sorte ou não...
Enfim, vou-me levantar desta mesa de café e ver como andam as modas, é de salientar que estamos em época de saldos e pode ser que veja alguma coisa de jeito...
Hoje estava aqui sossegado no meu quarto quando algo me chamou a atenção, um som, uma música, que vinha directamente da minha tv.
A melodia dessa musica inundou calmamente o meu quarto.
Tomei mais atenção e gostei da mensagem que ela trazia por entre todas aquelas notas e todos aqueles acordes musicais. Depois disto tudo fiquei interessado em saber quem era o autor desta música, quando descobri que era de um português, Mikkel Solnado, filho do nosso incomensurável humorista português Raul Solnado e isso deixou-me bastante contente por haver pessoa com tal talento, só dá vontade de dizer "filho de peixe sabe nadar". São pequenas coisas como estas que me fazem gostar pertencer a este povo pequeno, mas muito batalhador e trabalhador que é o povo português. Eu sei, vocês devem estar a pensar, este gajo está a ser muito optimista, é possível, pois há sempre pessoas que não são assim.
Por isso vou-vos deixar aqui a letra da música de Mikkel Solnado.
We can do anything
We can do anything at all
Just as long as we stand tall
We can go anywhere from here
Just as long as you're near
Whenever I'm around you
It all seems so clear
If I wasn't such a fool
I'd kiss your lips, my dear
We could be the future and the past
Just as long as we can make it last
We could just let go, very slowly
Cause right now you're filling my head
With so many silly questions
About human chemistry
They're making me uneasy
And soft in my knees
When your heart is trying to tell you something
Not that far from the truth... just do it
And if you try to make the right decisions
based on what you're made of... remember
We can do anything at all
Just as long as we stand tall
We can do anything...
We can do anything...
We can go anywhere...
We can do anything...
Como prometido aqui estou para contar como foram as minhas férias, eu sei que já vou um pouco tarde, mas como ainda não contei nada…aqui vai.
Como vos disse fui para Lagos com os meus pais, não foram lá umas grandes férias, houveram muitas discussões familiares, umas a ver comigo outras nem por isso. Deu para dar uns bons mergulhos e divertir-me com a minha irmã. Enfim estas terminaram e voltei para casa, aliás, para Montargil que é a terra da minha mãe, ai o ambiente continuou igual ao que havia estado em Lagos. Com tudo isto, chegaram as férias com a minha namorada.
De início estava, planeado ir para a Costa da Caparica, mas devido a um surto de Gripe A no parque de campismo ao lado da colónia de férias para onde pensamos ir, tivemos de mudar de planos e “tivemos” (digo “tivemos” porque não foi esforço nenhum) de ir para a Quarteira, apesar das sete horas de viagem de expresso, foram umas férias maravilhosas, uma casa, eu e a minha Nininha, uma praia, o que mais poderia pedir?
Foram uns dias magníficos, ir para a praia, fazer exercício físico à beira mar, tirar algumas fotos, brincarmos muito, cozinhar só para nós, sem falar do tempo que dedicamos a nós, não pensei coisas”javardolas”, hehehe, estou a falar das conversas que tivemos, dos mimos e carinhos que trocamos e também de umas quantas “loucuras”, mas tudo com conta, peso e medida. Foram mesmo uns óptimos dias de férias.
Depois das férias terminarem, pelo menos para mim, aconteceu algo engraçado.
Como é costume, fui às festas da terra da minha Nininha e tinha ficado combinado com o meu pai ir buscar-nos a mim e à minha irmã, eis quando estava a dançar com a Nininha reparei que a minha mãe também tinha vindo, conclusão, juntámos as famílias na mesa onde estava a minha “sogrinha” e o resto da família da minha Nininha. Foi um bocado constrangedor para toda a gente, pois ninguém estava à espera que aquilo acontecesse naquela altura, mas houve pontos positivos, as comadres até falaram um bom bocado os compadres nem tento, pois ou são um pouco reservados ou estão um pouco ocupados, mas estivemos todos juntos e isso é que importa.
Agora as férias já terminaram à uns tempinhos, eu voltei ao Politécnico e a minha Nininha começou a trabalhar. As coisas mudaram um pouco, mas continuamos a vermo-nos aos fim-de-semana como antes, por isso, as coisas continuam mais ou menos iguais, tirando o facto (e sim facto com “c” porque eu não gosto cá dos novos acordos ortográficos) de estar cada vez mais apaixonado e, vá lá, louco de amores por ti, Nininha.
Eles estudavam na mesma escola, embora em anos diferentes. Tinham almoçado juntos uma vez na cantina, por influência de amigos comuns, mas nunca tinham trocado qualquer palavra, nem tinham qualquer tipo de relação. Eles simplesmente não se conheciam.
Ela fazia parte do grupo de teatro da escola; ele fazia parte do grupo de danças e do grupo de cantares. Eles tinham muitos amigos e colegas em comum.
Entretanto, em Maio, um grupo de alunos ganhou a possibilidade de ir ao estrangeiro, por causa do parlamento Europeu de Jovens, só que a viagem era muito cara e a escola decidiu ajudar, fazendo uns espectáculos para o público em geral. Para isso, convidou os vários grupos da escola para actuar.
O primeiro desses espectáculos foi em Mação. Os alunos partiram de autocarro ao meio da tarde, para terem tempo de montar os cenários, o som e as luzes. Eles iam no mesmo autocarro, mas ela ia entretida com um amigo, que lhe contava os seus últimos avanços amorosose ele ia na parte da frente do autocarro a dizer a dois colegas que não estava nada satisfeito com a sua vida sentimental.
Já na sala de espectáculos, foi chegando a hora de mudar de roupa. Em apenas alguns instantes surgiram no camarim príncipes, princesas, rainhas e aias, de vestidos longos e coloridos e flores no cabelo. Do camarim ao lado saíam dançarinos de calças pretas, camisas brancas e cintas vermelhas e dançarinas de saias coloridas. Ouviam-se instrumentos musicais a ser afinados e deixas a ser treinadas. Os nervos começavam a apertar e qualquer recanto isolado era bom para respirar fundo e pensar que ia correr tudo bem. Estes momentos eram também bons para alguém reparar que havia gente diferente por ali. Neste momento, ele repara nela pela primeira vez, sem nunca suspeitar do que iria acontecer nessa noite, deseja-lhe “muita m**da”, pois assim mandavam e mandam as superstições do mundo teatral.
O espectáculo começou. Algum tempo depois a aia entrou, falou, dançou e saiu. Ela era uma aia com gritinhos histéricos, mas muito esperta, que fazia olhinhos ao príncipe e fazia ciúmes à sua princesa. No entanto, era também uma aia que desconhecia o que lhe reservava o futuro.
Mais uma vez, poucos minutos bastaram para que a aia desaparecesse e ela se sentasse juntodo público a assistir ao resto do espectáculo.Em seguida, entraram os dançarinos, dançando modas muito populares que alegravam os espectadores e por fim os músicos agitando os alegres corações do público com as vibrações musicais que produziam. Ele nessa noite sentia-se muito bem a dançar e a tocar, talvez a adivinhar o que lhe iria acontecer.Ela ouviu músicas, viu danças variadas, ouviu piadas e conversou com os colegas. Ele, por sua vez, depois de ter actuado, foi beber umas minis com os amigose com o professor que o ensaiava quer nas danças quer nas músicas.
No final, enquanto esperavam que tudo estivesse arrumado, os alunos aproveitaram para apanhar um pouco de ar e comentar a noite. Ela, animada, no meio de uma conversa pediu a um colega: “Dá-me miminhos!”, mas o colega recusou. Então ele,meio desinibido,ouviu o pedido e respondeu: “Então tu não dás miminhos a uma rapariga que te pede?”. Ela aproveitou e pediu-lhe miminhos a ele; ele não se fez rogado e abraçou-a. Foi assim que se tocaram pela primeira vez…
O autocarro chegou para os levar de volta para casa. Ela sentou-se no mesmo lugar onde tinha viajado algumas horas antes, mas o lugar ao seu lado, desta vez, ficou vazio. É claro que, tal como nas histórias de encantar (convém não esquecer que ela era uma aia, ainda que apenas em cima do palco, logo a magia das histórias podia perfeitamente ter-se estendido a ela), foi ele que se sentou ao seu lado.Ele resolvera ir à parte de trás do autocarro ver quem lá estava, pois a conversa com os colegas da frente já não estava tão interessante como na viagem de ida. Por coincidência ou não, o único lugar que havia era mesmo ao lado dela. Finalmente conheceram-se, trocaram nomes e cumprimentaram-se com um aperto de mão.
Ela estava bem-disposta e ele estava desinibido. Voltaram a trocar abraços, conversaram e, tal como nas mais belas histórias, um belo e doce beijo acabou por acontecer.Sendo muito comentado pelo professor que o ensaiava.Trocaram números de telemóvel (as novas tecnologias assim o exigiam) e, ao chegar, separaram-se.Ela disse-lhe que o pai ali estava à espera dela, mas ele não se conteve e sem ela esperar deu-lhe um outro beijo como forma de despedida, ele por sua vez, foi de boleia com o professore para casa, sempre a pensar que aquilo que se tinha passado era de alguma forma irreal.
Isto aconteceu numa sexta-feira. O fim-de-semana que se seguiu foi bastante animado. Eles trocaram SMS carinhosas, tentaram conhecer-se melhor. Tinham passado juntos menos de 1 hora, mas já se sentiam muito próximos. Acabaram por decidir seguir o coração e ver como iriam correr as coisas.
Na segunda-feira já corriam boatos na escola sobre a aventura deles, que afinal não era segredo para ninguém.Tinha ficado combinado encontrarem-se ao portão da escola, mas o autocarro onde ela vinha atrasou-se e ele teve que ir para a aula, pois tinha um teste de matemática. Depois de ele fazer o teste, saiu da sala cheio de vontade de a encontrar, quando ela, que também estava a sair de uma aula, o viu e lhe deu um encontrão. Finalmente eles reencontraram-se e puderam soltar a paixão que tinha nascido naqueles 2 dias. Conversaram durante horas, tentando recuperar os anos que nunca tinham passado juntos. Nesse mesmo dia ele tentou a sua sorte e fez o tão esperado pedido. Ela hesitoue ele para a convencer disse: “Não vai mudar nada…!”acabando por aceitar.
E foi assim que começou uma linda história de amor. Uma história que chocou (e continua a chocar) muitos pela rapidez com que aconteceu e que levou outros a duvidar da sua continuação. É uma relação que dura há 1606 dias (mais hora, menos hora) e que, se depender deles, vai continuar por muito mais tempo.
E para quem não acredita em amor à primeira vista, pergunto eu, o que chamam a isto? São cores como estas que devem colorir a nossa vida.
Adaptação de “Era uma vez…” by http://nicas-cordavida.blogspot.com/
Hoje, dia 20 de Julho, fiz mais um exame de Analise Matemática II e o os meus pais e irmã já estão no Algarve, mais precisamente, em Lagos. Já lá estão desde sábado, enquanto eu fiquei a estudar em casa da minha namorada. No Sábado fomos depois de almoço à Aldeia do Mato, onde existe uma praia fluvial (para quem não conhece), aquilo pareceu-me bem fixe a água não era muito fria e estava mesmo uma temperatura agradável e a companhia ainda estava melhor.
Realmente eu tenho uma namorada do melhor, mesmo, está sempre do meu lado, apoia-me em tudo, faz-me super feliz, enfim é o que deu costumo de chamar “Uma namorada encantadora, linda e maravilhosa”.
Contudo isto perdi menos uma ida à praia, mas mesmo assim nunca vou conseguir obter o “bronze” que pretendia… =P
Depois no Domingo sim estudei. Depois do almoço com as pessoas que já considero minha “família”, porque tenciono mesmo construir algo mais do que um namoro, do que uma simples simples relação, tenciono sim construir uma vida, uma vida a dois principalmente e como é obvio gostaria imenso construir uma vida a três e “qui sá” a quatro, mas isso já são contas de outros rosários, lololol…
Depois deste fim de semana, vá lá, muito bem recheado, encontro-me na minha viagem de sete horas e tal até Lagos…
Eu sei que pode não ser muito interessante, mas esta é a essência da minha vida…
Vocês amigos sabem qual é o cúmulo do vegetarianismo? . . . Sabem? . . . É ir com a Pamela Anderson (ou, vá lá, com uma mulher) para trás de uma moita e comer a moita!!! Heheheheh!!! Desculpem, mas ouvi esta hoje e tive de partilhar com vocês…